Água Formosa, Figueira, Martim Branco, Sarzeda, Foz do Cobrão

Escondidas entre serras de vegetação frondosa, as aldeias do xisto são um dos nossos segredos mais bem guardados, mas que os seus habitantes, prazenteiros e afáveis, gostam de ajudar a desvendar.

Circuito
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1º DIA: ÁGUA ORIGENS| FORMOSA| FIGUEIRA|MARTIM BRANCO

Saída dos lugares estabelecidos em direção à rota das Aldeias do Xisto. Almoço por conta do cliente.

Pela tarde seguimos para a aldeia de Água Formosa, numa encosta soalheira, encontra uma aldeia cujo nome deriva de ali se encontrar uma fonte de Água Formosa. Ainda se encontram evidencias de tradições antigas, como os vários fornos a lenha e evidencias de tradições ligados à utilização da força da água, num enquadramento natural que evidencia a melhor relação entre Homem e Natureza. Seguimos para a aldeia de Figueira, esta aldeia é mesmo uma “Aldeia”: dizem-nos Bom-dia as galinhas nos seus poleiros e as cabras de olhos meigos, mas desconfiados; a carroça ainda tem o feno, e a horta está mesmo à mão de semear; o forno comunitário ainda tem o quente aroma do pão acabado de cozer, com proximidade à Praia Fluvial de Fróia. Seguimos para a aldeia de Martim Branco. Por de trás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Esteios de xisto com granito, união de materiais que garante a qualidade e a perenidade dos imoveis. As portas ostentam belas e vistosas ferragens. A Aldeia de tao pequena que nos parece imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas, mas de uma genuidade que o tempão não destruiu.
Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta.

Chegada ao hotel, jantar e alojamento.

 

2º DIA: SARZEDAS| FOZ DO COBRÃO| ORIGENS

Pequeno-Almoço no hotel e saída para a aldeia de Sarzedas, que se distingue pelos traços de cor que lhe marcam as fachadas das casas rebocadas a caminho da Fonte da Vila. Antiga Vila e sede de Concelho, o seu Pelourinho, o Largo, as Igrejas e Capelas sobressaem de uma malha urbana com casas de belo traçado e volumes grandiosos, que atestam a presença marcante da História da Vila e dos seus habitantes. Seguimos para a Foz do Cobrão a nossa última aldeia, à margem esquerda do Ocreza aflui a ribeira do Cobrão. Foi aí que nasceu a antiga povoação que mais tarde subiu encosta acima, fixando-se num local de magnificas paisagens. A brancura das suas casas e pinturas dos socos dá a entender a proximidade do Alto Alentejo. A crista quartzítica da serra das Sarnadas, emoldura-a e abriga grifos e cegonhas-negras que, lá do alto, observam rochas com corca de 500 milhões de anos marcadas pela ondulação e pelos fosseis de um oceano que já não é. O Rio Ocreza espelha-se a seus pés ante de galgar o açude construído há anos. Conjugam-se as paisagens natural esculpida com a imaginação dos homens que ali impuseram a sua cultura agrícola, essencialmente feita de oliveiras em socalcos seguros por muros de xisto. Regresso ao hotel para almoço. À hora prevista iniciaremos a viagem de regresso aos destinos de origem, com breves paragens durante o trajeto. Chegada e fim dos nossos serviços.

Sem datas disponíveis
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